Aproveitando a coincidencia de ser um domingo, nada como escolher algumas cantoras favoritas e passar uma manhã ouvindo (e relembrando)...
Saudoso e inspirador domingo chuvoso, com Ella Fitzgerald, Nina Simone e Billie Holiday...
Aproveitando a coincidencia de ser um domingo, nada como escolher algumas cantoras favoritas e passar uma manhã ouvindo (e relembrando)...
Saudoso e inspirador domingo chuvoso, com Ella Fitzgerald, Nina Simone e Billie Holiday...
Nunca fui fã de literatura de terror ou mistério em geral, mas Lovecraft tem um lado "filosófico" que vale a pena investigar. Seus seres imaginários e extraterrestres têm muito a nos ensinar nos dias de hoje, especialmente os chamados “deuses cósmicos”, que não são maus no sentido tradicional. Eles simplesmente existem em uma escala tão superior que a humanidade se torna insignificante.
Para Lovecraft, a sociedade humana é frágil, limitada e construída sobre ilusões de controle, racionalidade e progresso. Essa percepção aparece quando personagens “civilizados”, acadêmicos ou representantes da ordem social entram em contato com realidades que escapam completamente às estruturas culturais, científicas e morais conhecidas.
De certa forma, acompanhar as reportagens e postagens de redes sociais nesta ultima semana de 2025 aqui no Brasil quase me faz pensar muito próximo disto...
Feliz 2026, seja qual for sua teoria a respeito...rs!
"As recordações que despertam em minha memória me subjulgam com sua força e seu volume. E, contudo, o que elas são para o resto do mundo?"
Vale a leitura... uma visão sobre a atual indiferença às narrativas, proporcionado principalmente pela proliferação de conteudos digitais. Uma pergunta feita no texto:
"Como pode ser que estejamos tão vazios que nem em nossos sonhos somos capazes de inventar nosso próprio mundo?"